sexta-feira, 12 de março de 2010

Resgate: primeira banda contratada pelo selo gospel da Sony Music

Mesmo com muita polêmica envolvendo a criação do selo gospel da Sony Music, a gravadora anuncia sua primeira banda contratada: Resgate.
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Composta por José Bruno, Hamilton Gomes, Marcelo Amorim, Dudu Borges e Jorge Bruno, Resgate é considerado o precursor do Rock da música Gospel, figurando entre as principais bandas do movimento no Brasil.

Com mais de vinte anos de estrada, nove CDs e dois DVDs, o Resgate estreia o selo gospel da Sony Music.

Em maio de 2010, o grupo lança novo álbum de inéditas – o primeiro por uma major – e sai em turnê pelo país em junho.

Fonte: Lagoinha.com

Emerson Pinheiro: novo CD “Adorarei” em breve nas lojas

O pastor e cantor cristão Emerson Pinheiro tem muitos motivos para se alegrar: no início do ano, nasceu sua caçula, Laura; agora, seu novo CD, “Adorarei”, está chegando às lojas.

Emerson, quelançou seu primeiro CD solo em 2008, tem trabalhado também como produtor musical. Desta vez, quis fazer algo diferente e gravou “Adorarei” ao vivo na Igreja Batista Central (IBC) da Barra da Tijuca, na qual é um dos pastores e responsável pelo louvor da igreja.

O CD conta com 12 faixas – dessas, 12 inéditas e 9 regravações. Dez músicas que compõem este CD são composições de Emerson Pinheiro – “Deus está fazendo algo novo”, “Eu vou morar no Céu”, “Sacudiu” e “Mergulhei”, esta última composta após ouvir uma pregação do Pr. Josué Valandro Jr., líder da IBC da Barra.

Entre escolha de repertório, pré-produção, gravação e pós, o cantor viveu experiências ímpares, sentindo a direção do Espírito Santo em cada detalhe, como por exemplo em ‘Rio de Janeiro’, um gostosa bossa nova que fala do amor de Emerson pela cidade. A letra fala do momento ruim que a metrópole vive, e relata a solução para todos os problemas. “Eu estava chegando de viagem quando vi a notícia sobre o helicóptero da polícia derrubado por traficantes. Fiquei muito chocado, triste. Cheguei em casa, fui movido a orar pelo Rio e veio essa música. No dia da gravação do CD, levantamos um clamor pela cidade, e foi tremendo”, compartilha Emerson, marido de Fernanda Brum, pai de Isaac e Laura, mais nova integrante da família (nascida em janeiro deste ano).

As regravações são músicas anteriormente compostas por Emerson e gravadas por outros artistas: “Amo o Senhor” (gravado por Fernanda Brum no CD “Quebrantado Coração”), “Vento do Espírito” (gravado por Aline Barros no CD “Som de Adoradores”) e “Pra Glória do Teu Nome” (gravado pela dupla Alex e Alex no CD de mesmo nome). Sobre elas, Emerson aponta: “São músicas que eu escrevi e sempre tive vontade de gravar. Chegou a oportunidade”.

As músicas receberam arranjos especias elaborados pelo Pr. Emerson, que efetuou mudanças também nos acordes originais das músicas regravadas. Um exemplo de como ficaram bem elaboradas as músicas foi o arranjo em Irish Flute (Flauta Irlandesa) composto por Emerson e executados por Mateus Ortega, filho do cantor Gérson Ortega.

O CD está sendo distribuído nas lojas e estará em breve em uma perto de você.

Fonte: MK Music / Via: Gospel+

Swichfoot: Confira entrevista com Chad Butler, baterista da banda

Enquanto estão em turnê com seu último lançamento, “Hello Hurricane”, o site americano “Jesus Freak Hideout” conseguiu uma entrevista exclusiva com o baterista do Switchfoot, Chad Butler, que falou do novo trabalho, dos shows e do futuro da banda. A entrevista foi concedida no dia 12 de janeiro deste ano e pode ser conferida, na íntegra, abaixo:

[JesusFreakHideout (John DiBiase)] Eu vi o show de vocês da turnê do Hello Hurricane na Philadelphia. Como tem sido tocar o álbum inteiro todas as noites? E muito obrigado por tocar “Evergreen”. Foi demais!

[Chad Butler] (risos) É! Tem sido uma espécie de aventura. Nós decidimos que faríamos o álbum inteiro ao vivo e tocaríamos do início ao fim. Tem sido meio maluco. Nós não sabíamos se as pessoas iriam prestar atenção em tanta música nova, e tem sido uma surpresa ver todos cantando junto. Mesmo no início da turnê quando o álbum tinha recém saído, parecia que as pessoas estavam cantando junto cada música. Acho que esse é o poder da internet e das pessoas ouvirem antes, o que é legal. E então, voltando no segundo set da noite e tocando músicas antigas, como “Evergreen” que você mencionou, tem sido muito divertido! Sete álbuns de material para usar é muita coisa. Tem havido muitos pedidos de pessoas na platéia que chamam a atenção do Jon e pedem músicas antigas e nós tentamos algo que não temos tocado por sete ou oito anos. Tem sido muito divertido.

[JesusFreakHideout] Quais são algumas raridades que vocês tem pego do repertório do Switchfoot?

[Chad Butler] Bem, na noite anterior, nos estávamos em Portland e parecia que a platéia inteira queria ouvir “Chem6A”, que é muito legal. É o mais antigo que se consegue do Switchfoot! Essa música é de quase 14 anos atrás. É o mais antigo que nós alcançamos, mas com certeza temos tirado várias músicas de cada disco. Na verdade, acho que tem tido algumas noites em que tentamos intencionalmente tocar uma música de cada álbum. Tem sido muito legal. Meio que uma lição de história (risos). Mas tem sido maravilhoso porque esse é um álbum especial. Nós nunca tivemos tanta vontade de tocar um álbum inteiro ao vivo como esse, entende? Tem um monte de CDs que gravamos e tem aquelas duas ou três músicas que realmente funcionam bem ao vivo e o resto fica melhor em um ambiente de estúdio. Neste, a seqüência do disco e as músicas que fazem a tomada final, nós fizemos tudo com o show ao vivo em mente, e realmente criando uma seqüência que funcionaria bem em um show. Nunca fizemos isso antes, então é algo completamente novo.
[JesusFreakHideout] Você acha que farão isso de novo em álbuns futuros – tocar o disco inteiro ao vivo?

[Chad Butler] Você sabe, eu não achei que seria uma boa idéia ou que necessariamente iria funcionar. Nós pensamos em talvez tentarmos por um tempo até que alguém na platéia nos mandasse parar (risos), mas funcionou e eu acho que pode ser feito de novo. Eu sei de bandas que fizeram isso antes, não somos pioneiros nesse sentido, mas para nós é algo que poderíamos tranqüilamente fazer de novo. Eu acho, em particular, porque esse álbum foi trabalhado por tanto tempo, e a quantidade de músicas era tão grande – digo, nós gravamos mais de 80 músicas no período de 2 anos e meio e resumimos a essas 12 – que parece muito mais elaborado que qualquer álbum anterior para nós. Por isso eu não consigo imaginar fazer todo esse processo de novo. Foi trabalhoso e bem puxado algumas vezes, é por isso que nos sentimos tão satisfeitos em tocar as músicas da forma como viemos fazendo, como um álbum completo – Lado A e Lado B – em uma real experiência sonora.

[JesusFreakHideout] Como foi trabalhar com Mike Elizondo em relação aos outros produtores e como seu trabalho afetou o produto final?

[Chad Butler] Bem, tipicamente, nós trazíamos um produtor do início ao fim do processo de gravação e havia uma certa quantidade de músicas que são ponderadas pelo cara da gravadora, obviamente pela banda, e pelo produtor, meio que igualmente escolhendo as músicas tipo “Ok, nós vamos gravar essas 10, 11, 12”, seja o que for. Mas para esse, o processo foi único. Nós éramos completamente independentes. Rompemos laços com a gravadora há muitos anos atrás e construímos um estúdio em San Diego. Basicamente, nós paramos de ser Switchfoot e tivemos que reavaliar e recomeçar do zero, o que foi um processo bastante revelador para nós. Nos permitiu fazer perguntas difíceis a nós mesmos. Você sabe, “Por que estamos fazendo o que estamos fazendo?” e “O que nós queremos que esse nosso próximo disco fale? Como nós queremos que ele soe?” E depois poder ter a liberdade de criação sem restrição de tempo para poder explorar cada detalhe possível musicalmente e basicamente ir atrás de cada idéia de produção e música até o final, pelos primeiros 1 ano e meio ou 2 anos. E então nos últimos meses, nós trouxemos um produtor, o que foi mais para dar sentido a bagunça que havíamos feito (risos) do que aquilo que fazíamos nos trabalhos anteriores, quando temos alguém colaborando desde o início e pensando em como nós vamos fazer a música. Então nós tínhamos essa bagunça gigante de 80 músicas totalmente gravadas. Quero dizer, não eram apenas demos de laptop, eram versões de todas as músicas com a banda completa – gastamos meses nisso. Sete ou oito variações de gravações inteiras de cada música. De todas as abordagens de estilo a diferentes ritmos, meio-tempo, banda completa, orquestral, eletrônico, de tudo. E então trazer alguém no final de tudo para olhar para tudo isso e dizer o que está bom ou ruim. Ter aqueles ouvidos novos naquilo tudo foi realmente produtivo. E o Mike, por fim, é um cara da música. Não sei se você sabe muito de sua discografia, mas ele é um produtor, escritor e músico lendário no Hip-Hop, fez todos os álbuns do Eminem, e realmente tem toda essa sensibilidade urbana. Mas por fim, ele é um cara que trabalha com a música em si. Ele nos lembrou: “Quais são as músicas que somente vocês podem apresentar? Quais são as músicas que só o Switchfoot pode entregar?” Basicamente nos lembrando de quem nós éramos. E foi com esse filtro que nós fomos capazes de escolher, coletivamente, essas músicas, essas versões em particular. (Há uma pausa breve e então de repente nós ouvimos uma alta buzina de carro no fundo. John ri) Me desculpe pelo barulho do carro. Na verdade estava combinado para enfatizar minhas palavras. Ele vai buzinar quando eu quiser!

[JesusFreakHideout] (risos) Maravilha! Agora, vocês já trabalharam com o Charlie Peacock também, em alguns dos demos?

[Chad Butler] Sim! Isso foi na verdade a primeira encarnação de um novo álbum do Switchfoot. Nós fomos para o estúdio por uma semana com ele, enquanto nosso estúdio estava sendo construído. Nós não queríamos esperar, nós tínhamos um monte de idéias, idéias de músicas, e fomos para o Estúdio Big Fish em San Diego onde já havíamos gravado álbuns anteriores e, apenas como experiência, nós colocamos todos no mesmo aposento e tocamos as músicas todos juntos ao invés de nos revesarmos gravando como normalmente fazemos. E isso de alguma maneira foi uma experiência furada, porque nada daquilo foi para o disco. (risos). E teve muita música que nós trabalhamos por mais de uma semana com o Charlie. Mas o papel de Charlie na nossa vida sempre foi mais o de mentor, obviamente musical, mas também pessoalmente, e aquela semana que passamos com Charlie foi inestimável. Acho que saímos de lá com talvez nada para mostrar musicalmente, por assim dizer, mas apenas o desejo. E eliminar algumas idéias foi tão bom quanto ter novas. Estar apto a dizer: “Ok, nós não vamos fazer o álbum dessa forma e não vamos fazer essas músicas, vamos continuar trabalhando.” E foi um ambiente muito seguro com alguém que nós conhecíamos e confiávamos e eu acho que ele foi capaz de nos colocar no eixo e dizer: “Eu acho que vocês estão alcançando um horizonte que é maior do que qualquer coisa que vocês tenham experimentado antes.” E aquilo se tornou o motor – para realmente nos impulsionar para algo que ainda não tínhamos visto, algo que ainda não havíamos sentido. Então aquilo foi basicamente o que tiramos desse tempo com Charlie, o desejo de voltar e continuar escrevendo e continuar na busca. Você sabe, eu credito a Charlie os estágios iniciais daquilo que se tornou nosso álbum, mesmo que nenhuma música tenha vindo dali. Na verdade teve uma idéia que sobreviveu àquelas sessões. Tem uma música que, naquela época se chamava “I Saw Satan Fall Like Lightning” e a demo dessa música foi lançada com o disco bônus para aquela gravação. O riff da guitarra dela se tornou “Mess of Me”. Então, isso foi tudo que fizemos com Charlie. Voltamos para o nosso próprio estúdio pelos 2 anos seguintes e fizemos o restante das 80 novas músicas.

[JesusFreakHideout] Dessas 80 músicas, eu sei que o próximo álbum, “Vice Verses”, já esta planejado para sair daí. Você sabe quando “Vice Verses” deve ser lançado? E vocês tem plano para alguma das músicas que restarem dessas 80?

[Chad Butler] Sem planos para o futuro próximo. Acho que essa é a beleza da posição em que estamos, porque todas essas músicas virão à luz do dia de alguma forma. Elas terão sua hora de aparecer. Acho que agora nós estamos tão focados em “Hello Hurricane” que seria injusto para essas músicas disponibilizar outro lote agora. Todas virão no futuro. Estávamos conversando outro dia sobre talvez haver outro EP ou outro álbum que venha antes de “Vice Verses”, entende? Depende de como essas músicas vão combinar, na hora certa e no lugar certo.
[JesusFreakHideout] Eu sei que as pessoas estão se perguntando sobre Vice Verses. Você acha que ele pode ser lançado no ano que vem?
[Chad Butler] Eu acho que sim. Eu não sei. Tudo depende de como será esse ano para nós.
[JesusFreakHideout] Ok. Você pode nos contar sobre o EP “Eastern Hymns for Western Shores”?
[Chad Butler] Sim. (risos) Esse é muito interessante, algo que gravamos antes de “Hello Hurricane”. E apenas não sentimos que era o próximo passo. É um pouco mais obscuro, e um pouco mais experimental musicalmente, então pareceu se encaixar melhor em um EP de 5 faixas. Creio que deve ser lançado talvez esse ano. Veremos.
[JesusFreakHideout] Agora, o processo atual de gravação para “Hello Hurricane”, qual foi a diferença dos álbuns anteriores?
[Chad Butler] Bem , nós passamos a maior parte do tempo gravando sozinhos, então trouxemos Mike Elizondo para nos ajudar a terminar o álbum. A grande parte da gravação foi feita somente conosco, em nosso próprio espaço, trabalhando quantas horas nós queríamos. Foi uma liberdade artistíca incrível para fazermos o que queríamos e no nosso tempo. Nós convidamos alguns dos nossos engenheiros favoritos – Darrel Thorp, que trabalhou em diversos dos nossos álbuns favoritos como Radiohead e Beck. Trabalhamos com ele por um tempo, e então Shane Wilson, que trabalhou em “The Legend of Chin”.Trouxemos alguns velhos amigos, entende? E ficamos tranqüilos no nosso tempo. Foi diferente porque não havia ninguém cuidando o nosso trabalho. Não havia prazo para cumprir. Ao mesmo tempo, sentíamos como se estivéssemos vivendo nosso sonho! Trabalhando em nosso próprio espaço, dormindo em nossas próprias camas, estando em San Diego, indo surfar todas as manhãs, então voltar para o estúdio e gravar a tarde inteira. Mas quando você olha para 2 anos de trabalho e você tem 80 músicas e nada real para mostrar em termos de um álbum coeso ou uma linha musical coesa, isso pode se tornar um pouco opressivo. E houve um tempo difícil aí, cerca de dois anos dentro do processo em que não sabíamos, “Esse álbum vai nos levar ao chão? Ele vai durar para sempre? Nós vamos encontrar aquela conexão de um álbum?” E essas decisões são difíceis. Essas conversas são difíceis! Então começamos a pensar: “Quais são as músicas que queremos morrer cantando? Quais são as músicas que queremos tocar pelo resto de nossas vidas? E as músicas que nos movem o interior?” Existe uma experimentação musical grande no processo de 80 músicas. Muita empolgação aparece, “Oh, isso é um som novo que nunca ouvi o Switchfoot fazer!” ou “Essa é uma parte musical impressionante nessa música, devemos incluí-la?” E eu acho que essas coisas ficam de lado quando falamos de um tema e o que a música esta dizendo. Qual é a declaração que queremos fazer? E essas 12 músicas realmente se uniram em torno da idéia do título do álbum, “Hello Hurricane”. É na realidade uma idéia que o Tim teve antes de a música ser escrita. Durante o processo, ele lançou esse título inspirado por trabalhar para o Habitat for Humanity em Louisianna. E no período pós-Katrina, nós tivemos a oportunidade de construir algumas casas e para uma senhora em particular que havia perdido seu lar no furacão. É uma história interessante. Ela estava construindo sua nova casa conosco e (ela compartilhou isso consoco) ela havia perdido sua perna na evacuação. Sua declaração era: “Eu caminhei para fora da minha velha casa, eu vou caminhar para dentro dessa nova.” Ela tinha todo o direito de ficar amarga com o mundo e frustrada com a vida, mas ela escolheu a esperança e escolheu encarar a tempestade na qual ela estava batalhando pessoalmente. Acho que nossas tempestades todas parecem diferentes, individualmente. Passamos por coisas diferentes e não podemos controlar o que vem até nós. Nossa parte é como reagimos diante daquela tempestade. Então, aquela determinação diante da luta e a idéia começou a unir as 12 músicas que havíamos escolhido. Como performance, eu achei que nós podíamos elaborar um pouco no show, descrever essa visão de um furacão chegando, um furacão passando e um furacão indo embora. Apenas a imagem do que acontece em tempos difíceis. Tem aquela parte em que tocamos reagindo no meio disso tudo.
[JesusFreakHideout] Existe um momento musical específico em “Hello Hurricane” do qual vocês estão mais orgulhosos?
[Chad Butler] Acho que a música “Free”. Para mim, pessoalmente, ela significou muito nesses últimos anos. Acho que é muito fácil se tornar limitado em sua identidade – seu trabalho, e permitir que algo que você faz defina você. E eu acho que quando há muito tumulto em relação ao que acontece na sua vida ou o que você irá fazer ou deixar de fazer em seguida, essa incerteza pode ser algo que limitará você. Acho que experimentar a liberdade em meio a tempos complicados é a chave e algo que eu tenho apreciado sobre essa música em particular. Tem sido quase um hino para minha própria vida nos últimos anos. E ao vivo, essa música tem ganho uma vida por si só. É muito diferente no show e no disco. Nós elaboramos em cima da idéia de que haja bastante bateria no show. Todos entram no ritmo e é muito divertido.
[JesusFreakHideout] O que 2010 reserva para o Switchfoot?
[Chad Butler] Cara, temos tido um enorme privilégio de apresentar essas músicas em primeira mão para o nosso público. E eu não tomo isso pra mim de maneira leviana! Eu não acho que todas as bandas tem esta relação com sua audiência, onde há aquele interesse e nível de confiança que nos torna aptos a tocar todas as músicas novas e ter o tipo de entusiasmo que temos experimentado nos shows. Começamos em novembro quando o álbum foi lançado e nossa intenção era experimentar aquela coisa de tocar do início ao fim por algumas semanas e ver como seria. E aqui estamos, vários meses depois e não paramos. Parece que as pessoas realmente aceitaram a idéia e gostaram disso. Para mim, é quase como uma apresentação teatral das músicas. Eu me sinto muito mais conectado com o que vem em seguida no set. Eu sinto que há uma jornada emocional que as pessoas estão dispostas a embarcar conosco e eu realmente gosto disso. Também estou animado em levar essas músicas pelo mundo. Tivemos o privilégio nos últimos anos de fazer diversas turnês pelo mundo e tocar em lugares com os quais nunca sonhamos. Essas músicas significando algo para pessoas do outro lado do mundo me deixa maravilhado. Sou muito grato por poder tocar todo dia, podendo ver o mundo e conhecer pessoas de todos os tipos e culturas. Então temos muitos planos internacionais. Estaremos cruzando os mares logo. Iremos para a Nova Zelândia, Japão e Austrália nos próximos meses. E então Europa em maio. América do Sul depois disso. Eu acho que ainda não me dei conta de que 14 anos depois eu posso ver o mundo com 4 dos meus melhores amigos e tocar músicas nas quais acredito todos os dias! É um privilégio.

[JesusFreakHideout] Algum comentário final?
[Chad Butler] Obrigado por seu interesse na música e por tirar tempo para dar uma ouvida nela. Realmente agradeço por isso. A vida é curta – viva bem!

Entrevista utilizada com permissão do Jesusfreakhideout.com / Interview used with permission of Jesusfreakhideout.com

Fonte: it.sounds…like… / Gospel+

MercyMe lança single

A banda de rock cristão norte americana MercyMe acaba de lança um novo single – a música “All of Creation” fará parte do próximo CD da banda “The Generous Mr. Lovewell”, com lançamento previsto para o dia 4 de maio.

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Para a promoção da música “All of Creation”, a banda fez uma campanha nas rádios dos Estados Unidos. A campanha fez efeito e a música é uma das mais tocadas nas rádios.

Para ouvir a música “All of Creation”, acesse o MySpace oficial da banda: http://www.myspace.com/mercyme

No Começo – Livro de Gênesis pode virar filme em 3D para o cinema

A nova mania do 3D chegou à Bíblia. A Paramount Pictures está planejando contar no cinema a história da criação, segundo o Livro de Gênesis, no filme In the Beginning (No Começo, em tradução livre significa).

De acordo com o Deadline, Cary Granat, cofundador da produtora Walden Media, será o produtor do filme com a companhia Reel Fx. John Fusco (Mar de Fogo, O Reino Proibido) já escreveu um roteiro – que usa o Gênesis como base – e a direção vai ficar com David Cunningham (Os Seis Signos da Luz).

A ideia da Reel Fx é finalizar cenas-teste e exibir a executivos para garantir o sinal verde do estúdio. In the Beginning está orçado em US$ 30 milhões. Ainda segundo o Deadline, Granat quer um espetáculo visual que agrade tanto cristãos quanto o novo público devoto do 3-D.

Enquanto isso, a cinebiografia de Charles Darwin está chegando aos cinemas este mês. Em 2D.

Fonte: O Verbo / Gospel+

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PG lança “A Conquista” em São Paulo, confira fotos

A chuva bateu cartão, mas o povo não se deixou intimidar e lotou o auditório da Saraiva do Shopping Center Norte, em São Paulo, para o pocket-show de lançamento do CD “A Conquista” do cantor PG, na noite de quinta-feira (4). O novo álbum do cantor acaba de ser lançado pela MK Music e já está à venda em todo Brasil. O evento superou todas as expectativas.

O lugar ficou pequeno para o público que foi conferir de perto e com exclusividade as novas músicas de PG. E engana-se quem pensa que foi à base do “voz e violão”! O cantor montou banda completa com direito até mesmo às músicas, digamos, mais pesadas. Deu até para tirar o pé do chão… Com moderação, claro!

Veja as fotos clicando aqui.

Confira a relação com os álbuns mais esperados para 2010

TobyMac – Tonight
Andreas Wondracek: Sempre vai estar entre os mais aguardados toda vez que lançar material novo. Dessa vez não é diferente, despertando uma curiosidade grande em relação ao trabalho todo depois do single “akoniano”, City On Our Knees. Dificil vir coisa ruim ou abaixo do esperado de uma das mentes mais brilhantes da música cristã desde a época do DC Talk.

Estêvão Avillez: Eu queria DC Talk! Mas o Toby é bem vindo… Tenho exatamente o medo da similaridade com Akon… A letra do single é excelente e com certeza vem coisa boa…

Newsboys – Born Again
Andreas Wondracek: Com certeza um dos mais aguardados, principalmente pela saida de Peter Furler e a entrada de Michael Tait, ex-DC Talk e ex-Tait, o que certamente gera um expectativa de como essa drástica mudança vai refletir no som e na assinatura do Newsboys. Quem já deu uma conferida na previa do álbum já viu que a mudança foi boa e a expectativa pode ser grande para esse álbum.

Estêvão Avillez: O Michael Tait canta muito! A chegada do Tait com certeza traz um fôlego para os coroas do Newsboys. Nunca fui muito fã dos caras, mas espero este álbum com bastante curiosidade, por toda esta mistura.

Day of Fire – Losing All
Andreas Wondracek: Com um excelente álbum de estréia e uma apagada sequência, o Day of Fire volta depois de uma grande pausa com nova gravadora e com a ajudinha do premiado Chris Daughtry, vocalista da banda Daughtry, em algumas das composições. A expectativa é a de um bom hard rock, mas é prudente não coloca-la em grandes alturas.

Estêvão Avillez: Os caras sumiram e tão prometendo um movimento Fênix (renascimento das cinzas), hard rock tem seu momento e não fica velho com o tempo. Day Of Fire promete, mas pode decepcionar, apesar de que o fato do Daughtry estar envolvido no projeto é possível que tenhamos uma supresa positiva.

Adie – Just You and Me
Andreas Wondracek: Dificil saber o que esperar do segundo álbum da ex-vocalista do Benjamin Gate. A verdade é que o primeiro álbum foi muito bom, o que acaba gerando expectativa em relação ao segundo, mas isso não significa que temos em vista um álbum excelente, mas um álbum digno da expectativa que o cerca, mesmo que o crédito disso ainda seja unicamente em função de um ótimo primeiro trabalho.

Estêvão Avillez: Eu achava a menina que cantava no The Benjamin Gate muito estranha. Até que um dia escuto Adie Camp e é a mesma pessoa. Nada que um bom produtor, no caso dela o marido, Jeremy Camp, não faça.

Fireflight – For Those Who Wait
Andreas Wondracek: Depois do boom do segundo álbum, “Unbroken”, onde a banda ficou conhecida de verdade, chega a hora da banda provar o potencial mantendo o nível do bom rock apresentado no último álbum ou, quem sabe, nos surpreendendo com algo ainda melhor. Claro que a possibilidade de o contrário acontecer tambem é real, mas eles ao menos merecem essa expectativa.

Estêvão Avillez: Acho que vem coisa ruim e muito clichê. Para não ser decepcionado como fui com Flyleaf, prefiro de cara já dizer: Vai ser ruim!

Downhere – Sem titulo anunciado
Andreas Wondracek: CD de natal não conta tanto assim. Por essa razão, mesmo que a banda tenha lancado How Many Kings ha 3 meses atras, a gente já espera ansiosamente o proximo trabalho de inéditas dessa talentosa banda canadense que mandou muito bem em todos os trabalhos que lançaram até agora, nos dando motivos de sobra para esperar um grande lançamento em 2010, muito embora não se tenha ainda informações sobre o novo CD.

Estêvão Avillez: Se os caras do Downhere me ouvissem (mandei e-mail pra eles pedindo) eles já teriam lançado um CD/DVD ao vivo, na minha opinião é o que falta. Gosto muito destes canadenses e sempre tenho as melhores expectativas para qualquer lançamento que vem dos caras.

Rush of Fools – Sem Titulo anunciado
Andreas Wondracek: Sem grandes informações sobre esse lançamento tambem, mas o fato é que o quarteto tem ganhado espaço com seu pop-worship e vem sendo premiado por suas músicas profundas, simples e criativas. Um álbum um pouco diferente dos outros seria bem-vindo, ja que os dois primeiros são bem parecidos. A banda tem capacidade para amadurecer seu estilo sem perder sua qualidade e esperamos que isso aconteça.

Estêvão Avillez: Comecei ouvi-los pelo segundo álbum. Gostei. A definição de pop-worship é excelente, com diversas premiações no ano passado o novo álbum do Rush Of Fools com certeza trará boas músicas.

Jeremy Camp – Sem Titulo Anunciado
Andreas Wondracek: Depois de um álbum abaixo de seus primeiros em Speaking Louder Than Before e um álbum ao vivo aparentemente sem propósito algum (se ainda fosse lançado em DVD, mas não), as expectativas não chegam a ser das piores por conhecermos o potencial de Camp, mas já ficamos com aquele pé atras preparados para tudo. Tudo o que se sabe ate então é que seria um novo projeto de louvor. Se seguir a linha de Carried Me, será muito bem vindo.

Estêvão Avillez: Para tudo! O que foi esse álbum ao vivo? Horrível! Enfim, vamos olhar para a frente! Louvor com a voz do Jeremy Camp é bem legal e o Carried Me foi um marco no CCM. Acho que o Jeremy tem a chance de se redimir com esse novo álbum.

Tenth Avenue North – Sem titulo anunciado
Andreas Wondracek: Não precisa falar muito. Depois de tantos hits, tantos prêmios e tantos elogios, fica dificil conter a empolgação quando se ouve falar de um novo trabalho deles. Como é o segundo CD, tambem fica dificil saber o que se esperar, até porque nada foi divulgado ate então. Mas é um dos mais esperados em 2010, com toda certeza.

Estêvão Avillez: O álbum que mais espero em 2010 é o novo do TAN. Gostei muito dos garotos, muita sinceridade nas letras, que são profundas em adoração e experiências com Deus.

MercyMe – The Generous Mr. Lovewell
Andreas Wondracek: Já faz um tempinho desde All That Is Within Me e, mesmo com o CD comemorativo de 10 anos de “I Can Only Imagine” para aplacar os anseios dos fãs, já estava mais do que na hora de algo novo dessa já rodada e premiada banda. O primeiro single desse novo CD deve chegar as radios nas próximas semanas nos EUA, então talvez teremos uma ideia do que esperar. Mas o fato eh que MercyMe estara sempre na lista de CDs esperados, sempre que forem lançar CDs.

Estêvão Avillez: Não espero nada do MercyMe. Ok, talvez eu esteja exagerando, espero sim que eles façam outra “I Can Only Imagine”, só isso. Nunca fui fã dos caras.

Lifehouse – Smoke & Mirrors
Andreas Wondracek: Desde 2007 nada se ouvia de novo dessa banda que marcou seu espaço no meio cristão e também no Mainstream, muito embora seu último trabalho não tenha tido uma repercução tão grande. Mas pelo tempo decorrido e pelo conhecido potencial desse trio que agora é quarteto, creio que esse seja um CD a se esperar. Sem grandes recepções, mas é bom saber que ele esta chegando.

Estêvão Avillez: Me lembro quando estava nos EUA e ví “Lifehouse – No Name Face – Debut Album”, não fazia a menor idéia de como fosse a banda. Ouvi uma música e comprei o CD. Um dos melhores debut que já tive em minha vida. Excelente disco. Depois me frustrei um pouco com outros álbuns, mas sempre que eles anunciam coisas novas eu fico empolgado, esperando um novo No Name Face.

Fonte: Supergospel

DAVID QUINLAN ESTÁ DE VOLTA

Cantor refaz banda com novos músicos na guitarra, baixo e teclado


Após a saída de seus músicos do ministério Paixão Fogo e Glória, David Quinlan fez um longo desabafo. O novo desafio era encontrar uma banda que se encaixasse com as novas necessidades de David e ao mesmo tempo tivesse uma vida de compromisso com Deus.

No último domingo, dia 6, David Quinlan apresentou-se no programa Balaio, da Rede Super com uma nova banda formada por Téo Dornellas (Guitarras), Jonathans Marques (Baixo), Márcio Mello (Teclado). Téo, que por muitos anos fez parte da banda do cantor PG não poderá permanecer na banda. Uma das exigências para fazer parte do Ministério PFG é a residência na cidade de Belo Horizonte, MG – Téo, contudo, apresentou dificuldades em mudar-se. Sem Téo, o Minsitério selecionou Brunno Silva para assumir as guitarras.

O Ministério PFG ainda contará em 2010 com Alexandre Rodarte na produção e Daniel Sena na engenharia de áudio.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sony Music: Novo case prevê a contratação de diversos artistas de renome

A Sony Music buscou ao longo dos últimos anos aproximar-se do segmento gospel e em janeiro de 2010 passa a atuar oficialmente, aliando toda expertise que a transformou em líder do mercado fonográfico nacional às peculiaridades do mercado que mais cresce no país e, de acordo com a ABPD, o 2º gênero musical mais vendido no Brasil.

Ainda em 2010 a nova área prevê a contratação de 15 a 20 artistas de renome no segmento, além de catálogos internacionais. A frente do projeto de implantação do primeiro selo de música gospel numa major multinacional está o executivo Maurício Soares, considerado pelo mercado como o principal executivo do segmento.

“Teremos total apoio da estrutura que a Sony Music possui para atender às demandas do mercado secular onde é líder nacional. Vamos adaptar as necessidades, cultura e peculiaridades do mercado gospel à realidade do segmento secular. Ou seja, queremos unir o que há de bom na música gospel com a expertise profissional da Sony Music. Creio que em pouco tempo o mercado irá perceber as grandes transformações desta nova filosofia de trabalho”, avalia Mauricio Soares.

Maurício Soares é publicitário, com cerca de 20 anos de experiência no mercado gospel, e atuou nas áreas de comunicação, entretenimento, editorial e fonográfico.

Com passagem pelas principais empresas do segmento fonográfico como MK Publicitá, Line Records e Graça Music, ao longo de sua carreira Soares acumulou diversos cases de sucesso, incluindo o prêmio de Profissional do Ano em 2006 conferido pela ANLE – Associação Nacional de Livreiros Evangélicos.

Fonte: Lagoinha.com

Michael W. Smith reúne grandes nomes da música gospel

Michael W. Smith reuniu no último dia 27 de janeiro, em Nashville, diversos artistas para gravar Come Together Now, uma música composta por ele mesmo, ao lado de David Mullen e Cindy Morgan, para lembrar as pessoas de nossa obrigação em ajudar nossos irmãos e irmãs no Haiti.


Segue abaixo o nome dos artistas que emprestaram suas vozes na gravação:

Aaron Shust, Alathea, Amy Grant, Ashley Cleveland, Austins Bridge, Brandon Heath, Britt Nicole, Chris McClarney, Chris Sligh, Don Poythress, Dorothy Savage, Duane Allen, Echoing Angels, Everlife, Francesca Battistelli, Jaime Jamgochian, Jared Anderson, Jody Davis, John Schlitt, Kate Lazar, Katinas, Kevin Max, Kirk Sullivan, Lee Greenwood, Manic Drive, Margaret Becker, Mark Hall, Matt Dowley, Matthew West, Matt Maher, Meredith Andrews, Michael Tait, Mikeschair, Mike Weaver, Paige Armstrong, Phil Stacey, Point of Grace, PureNRG, Rachael Lampa, Restless Heart, Selah, Steven Curtis Chapman, Toby Mac, Wynonna e Yellow Cavalier.

Tudo oque for arrecadado com essa canção será doado para organizações de apoio e caridade como a Cruz Vermelha Americana e o Samaritan’s Purse.

É a Nashville Music Comunity (Comunidade de Musica de Nashville) se mobilizando para ajudar um país em extrema necessidade.

Fonte: dotgospel

Veja abaixo o clipe da gravação:

Mariana Valadão gravará seu primeiro DVD em abril

Marcas importantes têm sido alcançadas pela cantora Mariana Valadão. Segunda pesquisa divulgada pela Folha Online, a irmã de Ana Paula e André Valadão, teve o 3º MySpace Brasil mais acessado no ano de 2009.


A cantora e seu marido também têm se aproximado dos internautas através da atuante participação no Twitter. Já são mais de 25 mil seguidores no Twitter de Mariana.

E, através de seu Twitter, pastor Felippe Valadão trouxe a ótima notícia:

“Novidade pra todo mundo em Abril gravação do DVD de Mariana Valadão, confirmado ontem pela diretoria da GraçaMusic!!!”

Apesar de ter apenas 2 CDs gravados, dura missão será escolher o repertório deste DVD já que muitas de suas músicas têm tocado em rádios e nas igrejas.

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Conheça os ganhadores das categorias do 52º Grammy (Gospel)



Melhor performance Gospel
“Free to Be Me” - Francesca Battistelli
Álbum: Free to Be Me

“Jesus Is Love” - Heather Headley feat. Smokie Norful
Álbum: Audience of One

“I Believe” - Jonny Lang w/ Fisk Jubilee Singers
Álbum: Oh Happy Day

“Wait On The Lord” - Donnie McClurkin feat. Karen Clark Sheard
Álbum: We All Are One

“Born Again” by Third Day
Álbum: Revelation



Melhor Canção
“Born Again” – Tai Anderson, David Carr, Mark Lee & Mac Powell, songwriters (Third Day)
“City On Our Knees” – Cary Barlowe, Toby McKeehan & Jaime Moore, songwriters (tobyMac)
“Every Prayer” – Dayna Caddell, Israel Houghton, Aaron Lindsey & Ricardo Sanchez, songwriters (Israel Houghton & Mary Mary)
“God In Me” – Erica Campbell, Tina Campbell & Warryn Campbell, songwriters (Mary Mary)
“The Motions” – Jason Houser, Sam Mizell & Matthew West, songwriters (Matthew West)




Melhor Álbum de Rock/Rap Gospel
The Big Picture – Da’ T.R.U.T.H.
Crash – Decyfer Down
Innocence & Instinct – Red
Live Revelations – Third Day
The Dash – John Wells The Tonic




Melhor Álbum Pop/Contemporâneo
Speaking Louder Than Before – Jeremy Camp
The Power of One – Israel Houghton
The Long Fall Back to Earth – Jars Of Clay
Love Is On the Move - Leeland
Freedom – Mandisa

Melhor Álbum Southern, Country ou Bluegrass


Jason Crabb – Jason Crabb
Dream On – Ernie Haase & Signature Sound
The Rock – Tracy Lawrence
In God’s Time – Barry Scott & Second Wind
Everyday – Triumphant Quest



Melhor Álbum Gospel Tradicional
God Don’t Never Change – Ashley Cleveland
The Law Of Confession, Pt. 1 – Donald Lawrence & Co.
Oh Happy Day – Various Artists
The Journey Continues – The Williams Brothers
How I Got Over – Vickie Winans



Melhor Álbum Gospel Contemporâneo R&B
Audience of One – Heather Headley
Renewed – Sheri Jones-Moffett
Just James – J Moss
mokie Norful LIVE – Smokie Norful
Bold Right Life – Kierra Sheard

* Os vencedores estão em destaque.


Nota do Editor: Outros artistas vencedores em outras categorias: Ledisi (Melhor performance feminina em R&B e melhor álbum R&B); Robert Randolph & The Clark Sisters, e Ann Nesby (com Calvin Richardson), (Melhor Performance R&B em dueto ou grupo vocal); Ann Nesby (melhor performance tradicional em R&B); and Tonex ( Melhor Performance Urban/Alternative).

Para ver todos os ganhadores por categorias, clique em grammy.com.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

'Yeshuah'. HQ nacional ressalta o lado humano de Jesus. Confira imagens e entrevista com o autor


A HQ busca inspiração não em estética pasteurizada e "pura" dos eventos bíblicos, como encontrada nos grandes épicos hollywoodianos, mas nas imperfeições humanas de filmes como "O Evangelho Segundo São Matheus", de Pasolini. "Yeshuah" também utiliza como fonte principal diversas fontes apócrifas, mostrando lados diferentes de personagens como Maria, José, Pedro, João Batista e Maria Madalena.

O quadrinista conversou com a Livraria da Folha sobre porque criou uma versão pessoal de uma figura tão forte controversa, seu processo de pesquisa e as dificuldades de se fazer uma HQ autoral no Brasil.

Livraria da Folha - O que lhe atraiu para criar a sua versão autoral sobre Jesus?

Laudo - Estudando um pouco sobre a trajetória da história dele é curioso vermos o rumo que aquele pregador judeu morto pelo Império Romano tomou e tudo que aconteceu desde então até os dias de hoje. A forma que os católicos mais fervorosos o enxergam. Essa maneira absolutista de encará-lo impossibilitando até, de certa forma, de pensar que um dia ele foi alguém como nós. Isso claro, falando para os que acreditam em sua existência. Eu acredito. Mas por outro lado temos os que negam a sua existência e mesmo a de Deus, aquele da barba branca ou qualquer outra forma de interpretação. No entanto ainda estamos sob formas, sob aparências, para os que crêem ou não. Quando você começa a entrar em alguns estágios um pouco mais profundos e, digamos assim, mais simples de fé, de ideia do que é sagrado, essas coisas caem por terra. A fé não precisa disso. A fé não precisa orar e temer uma imagem de um homem sendo executado que é o que vemos nas igrejas. Ficou aquela coisa de pensarmos no Filho de Deus, aquele que deu sua vida por nós. Então ficamos todos num estado de "órfãos de Jesus" quando o certo seria andarmos pelas nossas próprias pernas e temos aí o sagrado, o nosso Deus interior. Essas questões sempre foram perenes para mim e com o passar dos anos, do amadurecimento, melhor eu as entendia. Durante todos esses anos que trabalho produzindo meus quadrinhos, sempre vez ou outra jogava questões assim mesmo que discretamente, até que chegou o momento em que me julguei suficientemente maduro, em meu trabalho pelo menos, para contar algo mais direto. E Jesus era o cara a se falar, sem dúvida.

Livraria da Folha - Jesus é um personagem complexo por sua importância religiosa para grande parte da humanidade e pelo excesso de versões sobre sua vida, muitas delas controversas; que vão de salvador da humanidade, a filósofo, a alienígena a até alguns que questionam a sua existência histórica. Como essa complexidade influenciou a sua versão pessoal?

Laudo - Digamos que tudo isso entrou no caldeirão na hora de conceber a minha versão. Na realidade um detalhe a mais que me peguei foi Jesus como uma ideia. Muito mais que o homem que fazia milagres, há uma ideia dentro desse homem e ele por si é uma. E essa ideia é importante que a queiramos, que a tenhamos como fonte e meta de vida. Ela é básica, o amor, o entendimento e é isso que está nas palavras de Jesus e aí não importa sentar numa mesa de bar e discutir se ele existiu ou não, se ele é filho de Deus, se trepou com Madalena, essas coisas lá no final, não importam, importa é a ideia de humanidade que ele e tantos outros avatares deixaram e que a gente a cada dia que passa percebe o quanto é mais difícil de exercer. Esse é o princípio da concepção do meu Jesus nessa hq. Ele plenamente humano. Essa aproximação sagrado-humano é a fonte central da trilogia "Yeshuah", até mesmo para que possibilite a melhor aceitação do leitor.

Livraria da Folha - No posfácio você menciona influências do filme "O Evangelho Segundo São Matheus", de Píer Paolo Pasolini, no que diz respeito a dar imperfeições humanas aos personagens como dentes quebrados, roupas encardidas e pele ruim. Qual você considera a importância de trazer essa humanização a uma figura muitas vezes retratada de forma impecavelmente pura como Jesus?

Laudo - Dentro dessa perspectiva, a influência de filmes do Pasolini é fundamental. Não há como pensar, conceber um visual hollywoodiano para essa hq, ou seja, roupas bonitas, alinhadas, cabelos bem feitos e penteados, como? Mesmo a pessoa que não se interessa pelo assunto não acredita que tenha sido desse jeito. A figura européia que acostumamos com o passar dos séculos a crer, ou seja, o loiro de olhos azuis, barba e cabelos penteados e finos e de roupas claras e limpas, é impossível se pensarmos em termos históricos. O próprio Jesus como o retrato na hq tem um rosto forte e duro, feições incisivas. Ele é um líder, ele é uma pessoa carismática e ao mesmo tempo com uma profunda noção do sagrado dentro de si. E é claro, não se pode esquecer que ali, ele é um judeu, andando, vivendo na Palestina de dois mil anos atrás. Não penso muito como ele supostamente deve ter sido, nunca passou isso pela minha cabeça, porém o meu Jesus, em minha hq, é assim.

Livraria da Folha - Maria é retratada, não como um símbolo perfeito de maternidade, mas como uma adolescente assustada com acontecimentos além de seu poder e compreensão. Por que você escolheu essa caracterização mais frágil para ela?

Laudo - Quando optei em contar a história do nascimento como primeiro volume dessa trilogia, a clássica história do evangelho canônico sobre o nascimento de Jesus estava perfeita para ser trabalhada dentro de minha perspectiva. Portanto não me interessou questionar se é real, verossímil a questão da inseminação divina. O que me interessou foi pensar em como aquela menina iria lidar com os fatos: o que é tudo aquilo? Deus colocou uma criança para eu parir? Mas por que eu? E por que não pude tê-lo como qualquer outra mulher? Essas questões que inicialmente se mostram confusas na cabeça de menina Maria, conforme o tempo vai passando, depois de parir a criança, vão se assentando e a menina do começa termina seu caminho agora uma mãe, crescida, pronta para proteger sua cria que por si só já é divina. A questão dessa fragilidade é fundamental para a "personagem" Maria, ela, afinal de contas, é a heroína dessa primeira história, ela mesma tem seu processo de redenção. Alguns [evangelhos] apócrifos que contam a história do nascimento Jesus mostram Maria como uma menina realmente. Um deles, conta que ela fora criada no templo junto com outras meninas e que logo que chegara a época de sua primeira menstruação, fora devolvida aos seus pais, pois o ato de menstruar iria macular o templo. E é desse princípio de texto apócrifo que parti o roteiro dentro da história da pequena Maria.

Livraria da Folha - A sua pesquisa foi muito além das fontes corriqueiras sobre Jesus, mas passou por referências como misticismo, budismo, islamismo, Cabala. De que forma essas fontes se integraram à obra?

Laudo - Não da forma "literária" digamos assim, mas o que isso pode trazer para mim, de forma mais íntima. De mais sagrado e sem estar ligado a esse ou aquele "Deus" ou profeta. Pois, na verdade, tudo converge para um mesmo lugar e aí está as respostas que pelo menos tento colocar um pouco na hq, mesmo, claro, ela tendo seu enredo, seu ritmo.

Livraria da Folha - Quais são as dificuldades em se fazer um quadrinho autoral no Brasil?

Laudo - A situação dos quadrinhos nacionais de uns dois anos para cá tem melhorado gradativamente. Há possibilidades acontecendo, coisas como o ProAc da Secretaria da Cultura tem possibilitado muito projeto engavetado de acontecer, por outro lado, as editoras estão se mostrando mais interessada nos quadrinhos e nos artistas nacionais. Prova recente disso é uma editora do peso da Cia. das Letras criar um selo específico de quadrinhos. Porém, claro, nem tudo é lindo e o autor tem que labutar muito, pois produzir um trabalho autoral requer disponibilidade do tempo do artista com o tempo de outros trabalhos. E é claro, o trabalho pronto precisa sim estar na mira do que a editora quer. Com "Yeshuah" rodei muito, muito, muito. Alguns editores sacaram a idéia do trabalho, outros não, e outros nem mostraram interesse, é assim. Com a Devir a coisa aconteceu, eles antes de tudo entenderam a idéia do quadrinho e isso foi perfeito.

Livraria da Folha - O primeiro quadrinho acompanha os acontecimentos antes do nascimento de Jesus até o momento que ele tem uma revelação. E quanto ao segundo? Qual a previsão de lançamento?

Laudo - O segundo mostra, digamos assim, a vida pública de Jesus. Entram outros "personagens", os seus seguidores, ou apóstolos para ficar mais entendível. A figura da Maria Madalena que aparece no final desse primeiro volume, é uma das figuras chaves dessa segunda parte. O roteiro mesmo seguindo alguns fatos dos evangelhos canônicos e de alguns apócrifos, é mais descompromissado que esse primeiro que é mais preso ao que conta o Novo Testamento. Os desenhos estão prontos e eu e o Omar (o arte-finalista da hq) estamos trabalhando na montagem da edição, capa, balonização, etc. Até março, devo levar um boneco para editora e até maio a edição em si pronta, aí é com a editora.

Livraria da Folha - Recentemente, Robert Crumb lançou uma versão em quadrinhos do livro do Gênesis. O que você achou da obra?

Laudo - Gostei muito. Crumb é Crumb e ponto final. Muita gente esperava algo polêmico, mesmo ele dizendo que iria desenhar o que o texto do Velho Testamento conta e que ele por si já trazia polêmica e na verdade a surpresa foi que ele foi para um outro caminho. É fundamental pensar que a rebeldia, irreverência dele pode estar num outro "estágio" e o pessoal talvez tenha esperado o "antigo" Crumb. Gênesis é uma tremenda obra. Irremediávelmente muita gente compara a obra do Crumb com minha hq. É normal e até entendo, embora sejam coisas diferentes. Cada uma na sua função.

Fonte: Folha Online

Assista: Kirk Franklin - Are you listening (A love song for Haiti)

David Quinlan recebe disco de ouro pelo CD No Infinito Deste Amor

Novo CD de David Quinlan, Infinito deste Amor, é contemplado com Disco de Ouro; prêmio equivalente a 50 mil cópias. A premiação foi entregue no evento Jesus Vida Verão, no dia 16 de janeiro, em Vitória-ES.
O DVD do álbum já está em fase de aprovação e, em breve, estará à venda nas melhores lojas. São cerca de duas horas de puro louvor e adoração, com faixas exclusivas e participação especial de Jeremiah Bowser.

Fonte: Assessoria Fogo e Glória

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Concurso Levitas 2009: Saiu o CD!

Já está disponível na LIVRARIA SEMEAR, o CD de coletânea dos finalistas do programa "LEVITAS". Aliás, CD deixado pelo nosso irmão "John Camargo" que participa do CD e esteve em São Gabriel em janeiro, numa rápida passada pela igreja "Espaço Esperança", mas que deu tempo de conhecer esse entusiasmado adorador.

Depois do sucesso do programa "LEVITAS", a gravadora Reuel Music lança o 1º cd de coletânea dos 16 finalistas. Com um repertório inédito, este cd traz muita adoração e louvor.

Storge2: vídeo mostra versão acústica de “Posso Sentir”, assista

O Twitter tem sido um das principais ferramentas de divulgação de muitos profissionais. Com os artistas do meio gospel não está sndo diferente. É o caso da filha do renomado Ministro de louvor Massao Suguihara, Carol Suguihara.

Em sua página pessoal ela aproveitou para divulgar a versão acústica de uma música de seu ministério ”Storge2”. O vídeo tem caráter caseiro, mas provavelmente os que acompanham o ministério da vocalista não se importam com isso.

Assista o vídeo abaixo.

A Ressurreição de Cristo – Filme falará do lado político da crucificação de Jesus

O produtor independente Bill McKay está desenvolvendo o filme “The Resurrection of the Christ”, que terá direção de Jonas McCord (“O Corpo”) e roteiro de Dan Gordan (“Hurricane – O Furacão”, “A Profecia Celestina”).

O roteiro se manterá fiel à Bíblia e aos registros históricos, mas terá como foco o poder, a ganância e a ambição das pessoas envolvidas na crucificação de Jesus Cristo – como Pôncio Pilatos, Herodes, o Sumo Sacerdote Caifás e, é claro, Judas Iscariotes.

“O filme é tanto sobre esses personagens-chave, quanto sobre Jesus. Nós queremos trazer a dimensão de ‘Gladiador’ para o século 1, contra o panorama político da época”, declarou o produtor.

J. David Williams, produtor-executivo, declarou acreditar no potencial comercial do filme, tendo em vista que o último lançamento do gênero – “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson – arrecadou cerca de 610 milhões de dólares mundialmente.

O orçamento de “The Resurrection of the Christ” será de 20 milhões de dólares, com outros 20 milhões sendo alocados para a verba de marketing. O lançamento está previsto para 2011 na época da Páscoa, feriado que celebra a morte e ressurreição de Jesus.

As filmagens devem começar em julho deste ano, na Europa, Marrocos e Israel.

Fonte: Omelete

Luiz Arcanjo, vocalista do “Trazendo a Arca”, lança seu CD solo

Com 10 faixas e com uma linguagem menos “comum” para seus habituais ouvintes. O quê será que vem aí?


De acordo com Luiz, o desafio dessas canções é conseguir passar a linguagem da Bíblia de uma forma não tão religiosa, que possa ser entendida por aquele que não é crente. “Quero que a pessoa que não é crente entenda e identifique, por exemplo, que uma determinada música está falando de perdão”, explica.

Embora o próprio Arcanjo reconheça que o trabalho é um desafio, tem plena consciência de que, se não ousar, jamais conhecerá o novo de Deus nessa geração.

“A expectativa é muito boa, pois tanto evangélicos quanto não evangélicos já estão gostando do CD”, comenta.

O produtor do CD, James Castro, veio de Nova York para produzir o trabalho. James é um brasileiro que foi para os Estados Unidos com 7 anos e produziu grandes nomes no meio secular, como Jaci Velásquez e Michael W. Smith.

A música "Amor Para Dizer" teve quase 900 acessos pelo youtube em dois dias. Vale a pena conferir, clique aqui.

Assista o vídeo com o “Making of” do CD solo de Luiz Arcanjo.



Fonte: Blog Diário de Vitória

Banda Resgate: novo CD terá músicas em inglês

Desde o ano passado a Banda Resgate vem anunciando nos bastidores, a gravação de um novo disco, o que gerou em seus fãs uma enorme expectativa. A banda está há 4 anos sem gravar CD. Seu mais recente registro é o DVD ‘Até Eu Envelhecer – Ao Vivo’.


Há poucos dias, o vocalista Zé Bruno prometeu em seu twitter oficial, postar vídeos contendo imagens da gravação do novo disco.

- Alô galera, minhas postagens são a cada 15 dias. Chegou mais uma. Vamos colocar na internet futuramente imagens da nova gravação. – prometeu o bispo Zé Bruno.

Ainda no twitter, em outra postagem, uma nova promessa aos fãs: Músicas cantadas em outro idioma.

- O novo repertório terá uma música em inglês, talvez duas. – revelou Zé Bruno.

Em 2006 a banda lançou o seu mais recente CD “Até Eu Envelhecer” gravado no estúdio 12 em São Paulo e, no show de lançamento deste álbum, realizado no Tom Brasil, eles aproveitaram a ocasião e gravaram seu segundo DVD “Até Eu Envelhecer – Ao Vivo”.

Fonte: O Galileo

Petra: shows marcados para 2010 indicam retorno da banda aos palcos?

Nada foi oficializado, mas a banda já tem dois shows agendados para esse ano.


A informação vem do site oficial do cantor da banda, John Schillit, onde ele anuncia também datas de shows de sua carreira solo e do 2 Guys from Petra.

Provavelmente, a banda contará com os mesmos membros da turnê Farewell para esses dois shows: John Schlitt nos vocais, Bob Hartman nas guitarras, Greg Bailey no baixo e Paul Simmons na bateria.

Fonte: Metalland

Aline Barros fala sobre CD inédito pela MK Music

A cantora e pastora Aline Barros esteve hoje (19) na gravadora MK Music, no Rio de Janeiro, com o Pr. Gilmar Santos, para acertar detalhes sobre seu novo CD, e aproveitou para desejar um 2010 muito abençoado para todos, além de falar um pouquinho sobre o trabalho que será lançado ainda esse ano. Aline está escolhendo repertório para o disco.


“Quero colocar nesse CD a essência do que Deus tem ministrado ao meu coração. Vai ser uma grande bênção, esteja orando por esse novo projeto para que seja algo vindo do trono de Deus para nossa vida. Em breve vocês terão mais um CD para louvar e adorar a esse Jesus extraordinário”, compartilhou a cantora.

Fique ligado! Em breve mais novidades sobre o disco.

Fonte: Mk music

Oficina G3: DVD “DDG Experience” já está em fase de pós-produção

A diretora artística da MK Music, Marina de Oliveira, e a diretora de vídeo, Dayane Andrade, estão em São Paulo participando da pós-produção do DVD DDG, da banda Oficina G3, que será lançado pela gravadora em breve. Os integrantes da banda também mergulharam na pós-produção nos últimos meses. O último DVD, O Tempo, foi lançado há nove anos.


O DVD DDG Experience foi gravado em duas apresentações em julho de 2009 na Usina de Santa Bárbara (SP), onde havia sido feita a gravação do videoclipe ‘Incondicional’ e as fotos para o CD Depois da Guerra.

Sob direção artística de Marina de Oliveira, foram seis meses idealizando o projeto, três de pré-produção, quatro dias de montagem e quase 9 horas de gravação. Foram usadas câmeras de cinema digital (Red), Full HD e um rider de palco com mais 25 câmeras (para efeito especial), além da sonorização 5.1, que garantiu uma percepção de áudio única.

Heros Trench e Marcello Pompeu, que produziram o CD Depois da Guerra junto com o Oficina, foram os técnicos de gravação. A direção do projeto e também a edição do vídeo é de Hugo Pessoa. No repertório, praticamente todas as canções do CD Depois da Guerra, ganhador do Grammy Latino 2009 na categoria ‘Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa’, incluindo as faixas em inglês, mas com espaço para recordações. Juninho também levou uma palavra que vai estar no DVD.

Ou seja, vem superprodução da MK Music por aí. Aguarde as novidades!

Fonte: MK Music

Game Guitar Hero: agora com música gospel!


A febre do momento é o conhecido jogo Guitar Hero. Diversas pessoas curtem jogar este game que é diferente dos convencionais – numa mistura entre coordenação e música, o Guitar Hero é um dos preferidos dos adolescentes.


O game Guitar Hero agora vai ganhar uma versão dedicada às músicas evangélicas, o Guitar Praise.


Atraindo os roqueiros cristãos, o já conhecido jogo será lançado com mais de cinquenta músicas gospel, tendo quatro níveis de dificuldade (do fácil ao profissional). Jesus Freak, do DC Talk, e Lifesong, do Casting Crowns serão algumas das faixas.

“O Guitar Praise dá a crianças, famílias e grupos de jovens os recursos de que eles mais gostam, além de novos movimentos e os melhores títulos de rock cristão da atualidade”, afirmou Tom Bean, presidente do jogo, segundo Folha Online.

O novo jogo se diferenciará do conhecido Guitar Hero por ter sido desenvolvido especificamente para ser jogado no computador. A guitarra do game é conectada através de um cabo USB.

Guitar Praise deve começar a ser vendido em setembro, por aproximadamente US$100, já com o instrumento. A fabricante já disponibilizou a pré-venda do produto pela internet.

Fonte: Rádio Grande FM

Martin Luther King – Filme sobre o pastor mais famoso do mundo deve sair do papel

Planos para um filme sobre o líder dos direitos civis Martin Luther King Jr. foram aparentemente retomados nesta terça-feira, com o estúdio DreamWorks dizendo que contratou o roteirista Ronald Harwood.


Martin Luther King foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Membro da Igreja Batista, tornou-se um dos mais importantes líderes do ativismo pelos direitos civis (para negros e mulheres, principalmente) nos Estados Unidos e no mundo, através de uma campanha de não-violência e de amor para com o próximo. Se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é “Eu Tenho Um Sonho”.

A DreamWorks anunciou em maio passado ter adquirido os direitos sobre o Nobel da Paz assassinado, a primeira vez que um filme biográfico sobre King foi autorizado por seu espólio.

Mas o projeto, produzido por Steven Spielberg, rapidamente afundou devido a brigas entre os três filhos de King sobre quem teria a autoridade de falar em nome do espólio.

No entanto, a DreamWorks, ao anunciar Harwood como roteirista, indicou que a disputa foi resolvida, dizendo que o filme foi “autorizado pelo espólio de King para utilizar a propriedade intelectual do dr. King para criar o retrato definitivo de sua vida”.

King, que foi pioneiro nos esforços de obter igualdade racial através da desobediência civil não violenta, foi assassinado em abril de 1968 aos 39 anos. Sua mulher morreu em 2006.

Harwood ganhou o Oscar em 2002 pelo roteiro de “O Pianista”, adaptado do livro autobiográfico de Wladyslaw Szpilman.

Sobre como trataria a vida de King, Harwood disse em um comunicado: “não direi nada sobre minha postura sobre esse roteiro com exceção do que eu sempre digo: ‘farei o possível para ser verdadeiro à verdade’”.

Fonte: Reuters

Marcos Witt fará shows em maio na região sul do Brasil

O Cantor fará a apresentação de seu mais recente álbum Sobrenatural, um de seus CDs mais aclamados. Marcos reservará um momento para lembrar-se de antigas canções dos álbuns: Dios de Pactos, Alegria, Venció entre outros.


Estará também com agenda em Porto Alegre (5 de maio) e possivelmente em alguma cidade do estado de Santa Catarina (7 de Maio).

Teremos também apresentações de vários cantores e cantoras de são Paulo, Paraná e Santa Catarina para abertura do concerto do cantor.

Em Breve no Brasil, CD Glorious - conheça

Glorious, mais novo CD de Paul Baloche, está repleto de canções que refletem seu coração e sua paixão pela adoração a Deus, incentivando o público a examinar sua caminhada com Cristo até o dia de hoje.

“Compor é grande parte da minha vida espiritual. Isso me ajuda a ir mais fundo no relacionamento com Deus. Escrever colabora para que minha mente esteja da forma como Jesus espera, ligá-la às coisas que vêm do alto. Assim mantenho meu coração novo e vivo, para mim, minha família e ministério”, conta Paul Baloche.

Glorious narra a aventura de ser liderado por um Deus vivo. Trata-se de olhar além da cruz, para ver o Salvador ressuscitado, para que possamos viver a nova aliança; Jesus vivo em nós. Trata-se de aprender a ser liderado e guiado pelo Espírito Santo e discernir Sua linguagem. As músicas destacam a habilidade de Paul para transformar revelações pessoais em verdades universais, como por exemplo, Open the Eyes of My Heart: “Ao escrever canções de adoração, sei que estou colocando palavras na boca do povo de Deus. Dou a eles um vocabulário para cantar para Deus. Ao cantarem essas palavras, tenho a esperança de que isso seja como um catalisador em seus corações, declara Paul.

As canções
O primeiro single do álbum, “Just To Be With You”, oferece uma profunda visão de nosso poderoso Deus e de nossa confiança nEle. Ela fala de intimidade com Deus, pois apesar de todos os problemas que vivemos nesse mundo, a música nos leva a querer estar com Deus. Shaken, composta por Rita, esposa de Paul, reconhece os tempos incertos em que vivemos, compartilhando o consolo de Deus, frisando que não importa o que a vida prepare em nosso caminho, nosso consolo vem do Senhor.

Cheio de canções que falam de esperança, louvor e adoração, Glorious, afirma o legado de Paul como um dos artistas mais consagrados da atualidade. Seu objetivo é dar muito mais que músicas para as Igrejas e, através do site Leadworship.com, Paul oferece uma variedade de recursos, downloads, cifras e partituras a fim de desenvolver, incentivar e equipar a próxima geração de líderes de louvor.

“Eu queria criar um site onde as pessoas pudessem ter ideias e recursos, para atender as necessidades de uma comunidade, das igrejas. Em vez de fazer do culto de domingo de manhã ser um show, estou interessado em fazer do domingo de manhã um momento em que todos participem louvando e não assistindo. Através da música, queremos ajudar as pessoas a se conectar com Deus, proporcionar um ambiente onde é mais fácil entrar na presença de Deus”, explica Paul.

A Igreja tem respondido. Paul é um dos adoradores mais aclamado de nossos tempos. Vencedor de dois prêmios Dove, ele possui na rádio hits como “Because of Your Love”, “Hosanna (Praise Is Rising)”, “All The Earth Will Sing Your Praise” e “Our God Save”. Clássicos de todos os tempos incluindo “Above All”, “Open The Eyes of My Heart”, “Offering” e “Your Name”. Em suma, Paul escreve as canções que tocam em Igrejas do mundo inteiro, com traduções em espanhol, coreano, francês, português…

“Quando escrevo estou louvando a Deus. Penso: Será que isto vai ajudar a Igreja a adorar a Deus? Será que isto vai ajudar as pessoas a se ligarem em Deus ? Eu quero escrever coisas que eles possam viver”, declara Paul Baloche.

Aqueles que acompanham a carreira deste grande artista e já experimentaram momentos especiais com Deus através de seus louvores, devem aguardar com expectativa seu novo trabalho que será lançado no Brasil em 2010.

Clique aqui e ouça trechos do CD

Fonte: BV Films

Sony Music anuncia lançamento de selo gospel

A gravadora Sony Music acaba de divulgar o início de um novo projeto estratégico para 2010, a implantação do selo gospel. A direção executiva do segmento gospel está nas mãos de Mauricio Soares. Na mesma oportunidade a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), entidade que reúne as principais empresas do segmento fonográfico nacional, divulgou oficialmente a liderança isolada da Sony Music entre as gravadoras do país.


“Teremos total apoio da estrutura que a Sony Music possui para atender às demandas do mercado secular onde é líder nacional. Vamos adaptar as necessidades, cultura e peculiaridades do mercado gospel à realidade do segmento secular. Ou seja, quero unir o que há de bom na música gospel com a expertise profissional da Sony Music. Creio que em pouco tempo o mercado já irá perceber as grandes transformações desta nova filosofia de trabalho”, adiantou Mauricio Soares.

Em breve a gravadora irá divulgar ao mercado sobre as contratações e outras grandes novidades que estão sendo planejadas. “Estamos fazendo um completo planejamento para em pouquíssimo tempo já figurarmos entre as principais empresas do segmento gospel fonográfico. Nossa meta é trazer um upgrade de qualidade às produções do segmento gospel. Neste momento estamos num período de muitas negociações para a montagem do cast artístico. Estamos sendo bastante seletivos nesta escolha de nomes porque temos uma responsabilidade de fazer a diferença com este projeto”, completou Soares.

Fonte: Lagoinha.com

Conheça o DVD "Nívea Soares - Acústico"

Nívea Soares pode ser considerada um ícone da música gospel brasileira. Despontou para o cenário gospel como integrante do Ministério Diante do Trono, entretanto no ano de 2003, iniciou a carreira solo.


Casada com o produtor musical Gustavo Soares, Nívea é reconhecida no Brasil e no exterior através dos congressos, seminários e conferências de louvor e adoração que participa.

O projeto
Idealizado e produzido pela Aliança, o projeto contou com as participações de Ana Paula Valadão, Fernanda Brum, David Quinlan e Adhemar de Campos.

Sob a direção geral de Gustavo Soares e Ricardo Carreras e a coordenação do produtor musical Maurício Abachioni, Nívea foi acompanhada por uma banda que incluiu bateria, percussão, baixolão, dois violões, guitarra semi-acústica, piano acústico, piano fender rhodes, órgão hammond, acordeon e dois backing vocals; uma orquestra de cordas formada por cinco violinos, duas violas e dois cellos, além de alguns solos de flauta celta e trompete píccolo.

Além da performance dos músicos, um dos destaques da gravação foi o aparato tecnológico utilizado na realização do evento. Todos os detalhes foram planejados de forma que o resultado final fosse o melhor possível, a começar pela escolha do palco, que tem a proporção ideal para gravações no formato Widescreen.

Vale ressaltar ainda que Nívea Soares Acústico foi gravado em HDTV - High Definition Television, e será lançado também em Blu-Ray.

O lançamento oficial do registro áudio visual foi realizado no Cinemark do Shopping Central Plaza (SP), onde foram realizadas duas sessões, com a sala completamente lotada, que deram uma mostra da beleza do álbum.

No dvd, o menu de extras traz alguns momentos que ficaram de fora do edição do filme principal, como o bônus track Uma velha canção, alusivo à II Crônicas 14 e uma Ministração realizada após a execução do hino tradicional Mais perto quero estar que termina com todos os ministros no palco intercedendo ao lado do pastor Adhemar de Campos em uma oração sobre família.

Não podia ficar de fora uma sessão com depoimentos, Making of, Galeria de fotos, Extras e dois clipes divulgando outros dvds da Aliança – “Comunhão e Adoração 6” e “Vineyard ao vivo”.

As músicas
Ele vem foi a canção que abriu a repertório de seus primeiro cd "Reina sobre mim”. O vigoroso arranjo de cordas que havia sido gravado através de samplers toma forma com um naipe de cordas a vera. Abre o álbum com chave de ouro.

A bateria bate-estaca continua, mas os power chords e distorções de Aumenta o fogo são substituídos por um violão folk e frases de órgão, além de mais intervenções melódicas dos violinos, cellos e cia. Esse hino foi a música de trabalho do disco em inglês “Fan the fire”.

Eu nasci pra te adorar, que fechou o repertório do seu quarto trabalho, denominado “Rio”, possui uma pegada britânica e a participação especial de David Quinlan retribuindo a participação de Nívea no “Fogo e glória ao vivo em Curitiba”.

A seguir temos Sobre as águas. O louvor é uma oração de contrição e entrega em ritmo de balada pop. Versa sobre esperança e é alusiva ao fato narrado em Mateus 14.

Esta canção foi gravada originalmente pelo "Grupo Muito Mais", em 1997, pela própria Nívea, ou seja, é uma regravação de uma banda que a cantora participou antes de ter alcançao sua notoriedade através do Diante do Trono, que lançou seu primero cd no ano seguinte e que trouxe aquela marcante interpretação de "Aclame ao Senhor".

O Grupo Muito Mais revelou também o Samuel Mizhary, cantor soul gospel com dois discos lançados: "70x7" e "Naturalmente sobrenatural".

A belíssima letra de Centro da Tua vontade é conduzido por um violão e traz a participação de Fernanda Brum.

Na faixa seguinte, a amiga Ana Paula Valadão se junta a dupla (Nívea e Fernanda) e juntas entoam a cativante Vinde a mim.

Me esvaziar possui um dos melhores arranjos. Na gravação original possui diversos efeitos eletrônicos e neste registro vem com uma levada cadenciada com diversos efeitos acústicos. A letra trata sobre provisão e proteção.

Após a ministração do hino tradicional Mais perto quero estar entoamos a belíssima Correrei para a Tua cruz que conta com intervenções melódicas de uma flauta celta além da participação do pastor Adhemar de Campos.

Algumas canções não poderiam ficar de fora. Uma dessas é Tempo de adorar que traz diversos efeitos percussivos, além de um vibrante arranjo de cordas com intervenções melódicas de um hammond. Destaque para a dinâmica da banda. Sonzeira!

A segunda inédita é uma versão para “Facedown” de Matt Redman, faixa do álbum homônimo lançado em 2005. Tua glória brilhar tem uma melodia envolvente e a roupagem deste registro mantém a qualidade do original.

De seus três discos de inéditas, apenas a faixa título do segundo álbum não entrou no repertório do cd. Reina sobre mim e Rio fecham o culto de forma marcante, mas fica o gostinho de ter faltado Enche-me de Ti.

Em 2008, quando foi anunciado a gravação do álbum Nívea Soares Acústico, foi criada uma grande expectativa, tanto pela qualidade de suas canções, quanto pelos recentes trabalhos da Aliança com os cd/dvds Comunhão e adoração 6 e Vineyard ao vivo. Agora em 2009 podemos confirmar a qualidade técnica e a beleza da gravação. Nota 10!

O DVD está à disposição para locação na LIVRARIA SEMEAR (3232-8074).

O álbum Acústico está disponível em CD, PLAYBACK, DVD e, breve, em Blu-Ray.

Mais informações, acesse www.niveasoaresacustico.com.br

sábado, 23 de janeiro de 2010

Indústria fonográfica busca opções para música digital

Contra pirataria, setor inova forma de acesso do consumidor à música digital

SÃO PAULO – O mercado de música digital tem oferecido novas maneiras dos consumidores comprarem e acessarem o produto, com a finalidade de combater a pirataria, mal que afeta principalmente a França, a Espanha e o Brasil.

As conclusões são de um relatório anual realizado pela International Federation of the Phonographic Industry (Federação Internacional da Indústria Fonográfica) e divulgado na quinta-feira (21).

De acordo com os dados, o mercado de música digital cresceu 12% no ano passado, com a movimentação de US$ 4,2 bilhões. Mas os investimentos no setor têm caído com a ameaça da pirataria, que diminui as vendas das empresas.

Alternativas

O relatório revelou que, entre as alternativas encontradas pelo mercado para dar acesso à música digital aos consumidores, estão a assinatura de serviços, a venda dos serviços de música com a assinatura de banda larga e o investimento em música no celular.

Outra delas é o download de músicas pela internet, mercado que parece estar se firmando. Isso porque, no ano passado, as vendas do serviço aumentaram 10%, contra uma alta de 20% das vendas dos álbuns digitais.

A pirataria

Apesar de registrar crescimento expressivo, o mercado de música digital tem sido prejudicado seriamente pela pirataria. Na Espanha, a venda de músicas dos 50 artistas locais mais ouvidos caiu 65% entre 2004 e 2009.

Já na França, onde um quarto dos downloads da população é ilegal, as vendas de álbuns de artistas locais caíram 60% entre 2003 e 2009. No Brasil, por sua vez, o preço dos álbuns lançados pelas cinco maiores companhias de música em 2008 caiu 80%, frente a 2005.

O diretor-executivo do IFPI, John Kennedy, afirmou que os consumidores podem hoje ter acesso à música de uma forma que nem imaginavam no passado e que seria bom se isso representasse mais investimentos em artistas e mais empregos, o que infelizmente não ocorre.

“O colapso das vendas e dos investimentos na França, na Espanha e no Brasil, países com uma tradicional cultura musical, prova isso e alerta o resto do mundo”.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Para quem gosta de Rap, Hip Hop... CD por apenas 5,00 (lançamento)


Para quem gosta de reggae...


Será lançado em 2010 o CD "No compromises" da banda Christafari, a maior banda de reggae cristão do mundo. O CD será lançado em comemoração aos 20 anos de formação da banda.
Aguarde...

E mais, em maio, Marcos Witt vem ao Brail, e fará show da turnê do seu mais novo CD "Sobrenatural" em Curitiba, dia 06.

Se você ainda não conhece o CD/DVD "Sobrenatural", ele está disponível na Livraria Semear.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Criação, filme sobre Charles Darwin. Assista o Trailer.

O drama “Creation”, com estreia prevista para este mês nos EUA, mostra o pai de “A Origem das Espécies”, Charles Darwin (1809-1882), em conflito interno entre sua fé e a ciência.


O naturalista inglês é interpretado no longa-metragem por Paul Bettany. Emma Darwin, sua mulher, é vivida por Jennifer Connelly (”Hulk” e “Uma Mente Brilhante”). Ainda não há data para estreia no Brasil.

Download Legal e Gratuito: Pelo Teu amor - Lançamento!

Lançado em 2009, o primeiro álbum do Ministério Heiwa (Ministério de Louvor da Igreja Internacional Heiwa de Hiroshima, Japão), traz canções inspiradas que falam sobre compromisso, gratidão, devoção e fé.

O álbum Pelo Teu Amor também é o cumprimento de uma promessa de Deus e marca o início de um grande projeto de Deus na música cristã no Japão, onde menos de 1% da população conhece a Jesus como Senhor e Salvador.

Em breve será lançado a versão desse álbum em japonês, que será uma poderosa ferramenta para a evangelização dessa nação.

O álbum Pelo Teu Amor está disponível para download gratuitamente no site da Igreja Internacional Heiwa - heiwachurch.net.

Contato: +81 080 5612 1984 +81 080 5612 1984 (Japão) / http://heiwachurch.net
Selo/Gravadora: Independente

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Atenção Guitarristas! Aprenda a tocar "The first and The last" da Hillsong

Vídeo Tutorial

O Livro de Eli – Produção de Hollywood terá Denzel Washigton como guardião da última Bíblia

No filme “The book of Eli”, Denzel Washington faz o papel de um andarilho que se apóia na Bíblia em uma América devastada pela guerra nuclear.
O ator norte-americano disse que se estivesse nessa situação, faria exatamente a mesma coisa que seu personagem.

O filme, que estreia nesta sexta-feira (15) nos Estados Unidos, mistura elementos de faroestes de Hollywood, na forma de paisagens desoladas e cidades na fronteira, com a espiritualidade do Velho Testamento — uma mudança para os estúdios de Hollywood, que tendem a evitar temas religiosos em filmes de ação modernos e com grandes orçamentos.

O personagem de Denzel Washington é Eli, um homem que gosta de citar Gênesis e os Salmos quando não está desmembrando bandidos com uma espada.

No filme, os norte-americanos queimaram suas Bíblias como retaliação à guerra nuclear, mas uma sobrou. Ela pertence a Eli, que está em uma missão para encontrar pessoas dignas do livro.

‘Fazer o bem’

O ator, que já ganhou o Oscar duas vezes, disse que tenta ler a Bíblia todos os dias, e que se estivesse em um mundo pós-apocalíptico, o livro seria algo que ele “gostaria de ter”.

“Eu acho que fé é importante, escutar àquela vozinha quieta dentro de você. Não ser intimidado ou desencorajado por outros e seguir sua missão na vida. Minha mãe diz que é interessante fazer o bem, mas é preciso fazer o bem da maneira certa”, disse Washington.”, disse ele à Reuters.

Como Eli, Washington anda pelo interior desolado dos EUA e finalmente para em uma cidade de fronteira, onde o senhor local, interpretado por Carnegie (Gary Oldman), está desesperado para achar uma Bíblia para que possa usar como arma para influenciar as pessoas.

Quando Carnegie escuta que Eli tem uma Bíblia, ele ordena que ele lhe entregue o livro se não quiser ser morto. Eli luta para defender sua Bíblia antes de poder continuar sua jornada.

Fonte: G1 / Gospel+